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1 min de leitura Sonetos

Bernardo um anjo no céu

A malvada madrasta o matara

Com o aval do próprio pai

Após matá-lo e enterrá-lo; a casa cai

Os ‘pais’ estão na balada _ a avó não se calara.

Que torpe esse caso!

Matar uma criança linda dessa!

E, ainda, ir comemorar! Que merda é essa?

Só mesmo monstros e devassos!

Bernardo Boldrini, meu anjo!

Querido anjo, lá no céu, agora ficarás em paz

Já que na terra, não fora feliz jamais!

Esperemos que a justiça se faça!

A tua algoz fique pra sempre presa

Mofe na cadeia e não mate outra criança indefesa.