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1 min de leitura Sonetos

Rei morto…Rei posto

Eu quero apenas, com o senhor, conjecturar:

Quem matou o Rei? É, porque não fora, de jeito nenhum, fatalidade!

Então, quem faria tão hedionda crueldade?!

O seu povo, hoje mais que ontem, precisa se antenar!

Ninguém é tão burro que não sinta o cheiro podre

Nem, muito menos, alienado ao ponto de não enxergar

O óbvio: Isso fora mais um jogo de azar!

A alguém interessara a sua morte, compadre!

Tem mais, a família não pode se calar!

Especialmente a mãe do Rei! Ela tem que botar a boca no trombone!

Porque um crime assim não deve ficar impune.

“_ Num taveno que teve dedo humano, homi!

Ninguém me tira da cabeça!”

Um Rei morto, menos mal, antes que se estabeleça!